9 respostas para Diálogo 19 – Fotografia ou fotografias?

  1. Oi, meu nome é Marco Antonio, sou fotógrafo e não fotografei hoje mas prometo me redimir amanhã.
    Muito grato pela contagiante chamada ao voltar a fotografar.
    Abraços,
    Marcão

  2. Val Lima disse:

    Oi, meu nome é Val, eu sou fotógrafa, mas também sou filha, namorada, amiga, amante, dançarina, eu sou mil possíveis em mim. Não, eu não fotografei hoje, nem fotografei ontem. E isso muito me entristece. E amanhã eu também não vou fotografar, mas vou derramar um pouquinho do meu amor pela vida e pela fotografia em olhinhos bem atentos. Prometo, apenas, viver e fotografar para dizer o que eu penso, o que eu sinto. Para esvaziar o tanto que existe dentro de mim e que chega a transbordar. Juro, que vou tentar não deixar que a rotina do trabalho me impeça de fotografar o que vejo e que a mediocridade do mundo não me impeça de continuar dizendo o que acredito.

  3. Eduardo Queiroga disse:

    Eu clico
    Tu clicas
    Ele clica
    Nós clicamos…

    Conjuguemos o clicar, ou, melhor que isso, exerçamos o clicar.
    Embora eu acredite que você fotografa, você faz fotografia quando estuda, quando lê, quando faz reflexões, quando escreve, compartilho a ansiedade, ou espécie de remorso por fotografar menos do que gostaria (em todas essas nuances). Mas, ao mesmo tempo, tenho acreditado cada vez mais numa ecologia da imagem: reduza, reuse, recicle. Menos desperdício, mais consciência.

    A gente não pode ter ipods com um zilhão de músicas que nunca ouvimos, hds lotados com artigos que nunca lemos (isso me fez lembrar uma campanha recente para governador em que o candidato prometia um tablet para cada aluno da rede pública com 3,5 mil livros… mas isso já é outra coisa).

    E sim (sim! sim! sim!): a fotografia tem que ser divertida, tem que dar prazer. Abaixo os fotochatos!
    Então… que eu fotografe mais, que nós fotografemos mais!

  4. Pingback: #FlickrWeek – larissa r. |

  5. Pingback: Diálogo #19: Adaptação |

  6. Chico Peixoto disse:

    ao ter teu texto pensei logo naquele tipo de pescador que vai pro rio por puro prazer; que navega sem muita pretensão, que não se importa em esperar um pouco mais para puxar o anzol. aquele pescador que, com o peixe finalmente em mãos, admira, fica cheio de alegria, emociona-se até, e devolve o peixe pro rio…

    fotografar, simplesmente, nem que seja pra admirar e apagar tudo logo em seguida; pra capturar as sutilezas do mundo e depois soltá-las no mundo outra vez… que a gente lembre sempre de curtir o momento, que nem o pescador. =)

  7. Pingback: Fotografia e afeto |

  8. Pingback: Adaptação | 7 Fotografia

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